quinta-feira, 21 de março de 2024

     

O Papel Transformador
 dos Filhos na Jornada dos Pais



        Na nova era que estamos vivendo, muitos acreditam que as crianças que estão chegando ao mundo têm um papel especial não apenas em suas próprias vidas, mas também na vida espiritual de seus pais. Segundo essa visão, esses "filhos da nova era" vêm equipados com sabedorias e sensibilidades que podem guiar e acelerar o crescimento espiritual de suas famílias.

    Essa ideia encontra respaldo em várias tradições espirituais e filosóficas, como o conceito de "crianças índigo", introduzido nos anos 70 por Nancy Ann Tappe e mais tarde desenvolvido por Lee Carroll e Jan Tober. Essas crianças seriam mais empáticas, criativas e frequentemente dotadas de uma consciência superior sobre questões espirituais e éticas, desafiando os padrões convencionais de comportamento e educação.

    Da mesma forma, Doreen Virtue, em suas obras sobre crianças cristal e arco-íris, descreve esses pequenos como seres altamente intuitivos e sensíveis, com uma missão específica de trazer paz e harmonia ao mundo. Segundo Virtue, a presença dessas crianças desencadeia um processo de reflexão e transformação interior nos pais, levando-os a revisitar suas próprias prioridades, valores e formas de interação com o mundo e com o divino.

    Assim, o convívio com esses filhos da nova era é visto como uma oportunidade de aprendizado e evolução espiritual para os pais. Ao tentar compreender e atender às necessidades únicas dessas crianças, os pais são convidados a desenvolver qualidades como paciência, empatia, abertura para novas perspectivas e, acima de tudo, um amor incondicional. Essa jornada compartilhada pode fortalecer os laços familiares e promover um crescimento mútuo, em que ensinamentos e transformações ocorrem de maneira recíproca entre pais e filhos.

    Embora essa perspectiva possa parecer desafiadora, ela também abre portas para uma rica experiência de conexão espiritual e pessoal, sugerindo que as relações familiares podem ser um caminho poderoso para o desenvolvimento espiritual. Reconhecer e valorizar as contribuições espirituais dos filhos pode, portanto, enriquecer a jornada de vida de toda a família, transformando desafios em oportunidades de aprendizado e crescimento conjunto.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

SEQUÊNCIA DIDÁTICA - A Arca de Noé


SEQUÊNCIA DIDÁTICA


1-      APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO

- Leitura da História: “A Arca de Noé”
Autor: Milton Célio de Oliveira Filho.

2-      OBJETIVOS

            Utilizar a Literatura Infantil para explorar o tema Família, compreendendo os eixos da oralidade, escrita e leitura, oportunizando a alfabetização letrada.

3-      GENERO TEXTUAL

- Oral;
- Escrita;
- Leitura.

4-      PROPOSTA E ATIVIDADES

- Leitura do livro;
- Leitura de imagem;
- Interpretação Oral
a- Qual é o título do livro?
b- Quem escreveu o mesmo?
c- O que você mais gostou na história?
d- Quais são os personagens da historia?
e- O que você mudaria na história?
- Construção da Arca de Noé;
- Dramatização da história;
- Escrita do título, nome de animais no quadro e caderno;
- Criação de uma história coletiva;
- Confecção da Arca de Noé com bichinhos em pelúcia e em cartaz;
- Continuação dos números do 10 até o 20;
- Adição e pequenos problemas;
- Livro da turma;
- Separação silábica;
- Escolher um bichinho e formar um acróstico;
- Montar a Frase Arca de Noé – com alfabeto móvel;
- Mímica dos animais;
- A partir da palavra FAMÍLIA estruturar outras palavras (fala, maca, mama, lala, fila, Lia, mia, mala, lama, fim, mal...).


5-      AVALIAÇÃO

- A avaliação será feita de maneira contínua e qualitativa;
- Avaliação da leitura e escrita;
- Avaliação da criatividade.


REFERÊNCIAS


OLIVEIRA FILHO, Milton Célio de. A arca de Noé. Ilustrações Alexandre Alves. São Paulo: Globo, 2008.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

PROJETO: CINCO SENTIDOS

1º ANO

OBJETIVO GERAL

Sensibilizar para a valorização do ato de sentir, ouvir, cheirar, ver e tocar, objetivando o autoconhecimento.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Mediar conhecimento referente aos cinco sentidos;
- vivenciar momentos que explorem a criatividade;
- sensibilizar quanto a importância do ouvir e respeitar;
- possibilitar o contato com diferentes maneiras de experienciar os 5 sentidos;


· CONTEÚDOS

- produção textual;
- ordem alfabética;
- separação de sílabas;
- adição e subtração;
- leitura e escrita dos números até 30;
- cinco sentidos
-
Música e ritmo
- Os sentidos (Meus olhinhos são pra ver, meu nariz é pra cheirar, minha boca é pra comer, meus ouvidos pra escutar...)

HISTÓRIAS e FILMES

- DVD – 5  sentidos;
- hora de comer – Maurício de Souza; Pooh Formas –Difusão Cultural; Fofinhos animais da fazenda – Ciranda Cultural; Barney e você no restaurante – Maureen Valvassori; Toque e explore: O peixinho – Ciranda Cultural; As cores e os dias da semana – Ziraldo Bichim; Diga-me com quem come – Ziraldo Bichim; Cores – Girassol; Poesia para crianças Cinco sentidos – Brasileitura; Será que vai doer – Ruth Rocha; O livro dos alimentos – Coleção vida; O livro dos Sentidos – Coleção vida, editora Edelbra.
- Coleção 5 sentidos: Cheirar – Ouvir – Tocar – Comer – Ver - Ruth Rocha e Anna Flora;

METODOLOGIA

Algumas atividades deste projeto:

-músicas;
-imitações;
- caixinha do tato;
- adivinhações;
-recortes e colagens;
-jogos, brincadeiras;
- degustação;

· Visão: Mostrar figuras coloridas pequenas, médias e grandes; figuras preta e brancas pequenas, médias e grandes; mostrar de longe, de perto, de muito perto – sempre perguntando o que estão vendo e como. Provocar os alunos para que percebam a importância da visão. E repetir a pergunta: Para que servem nossos olhos?
·Audição: Brincar de identificar sons de instrumentos, da natureza, vozes, barulhos em geral; falar bem baixinho, falar alto, propor que todos sussurrem, gritem, fiquem em silêncio. Enfim, através de diversas brincadeiras provocar para que percebam a importância dos ouvidos e da audição. Repetir a pergunta: Para que servem nossos ouvidos?
·Olfato: Brincar de distinguir diferentes cheiros de olhos vendados – Dizer cheiros que agradam e os que desagradam - provocando-os até perceberem a importância de nosso nariz, de nosso olfato.
·Paladar: Brincar de provar diferentes tipos de alimentos de olhos vendados – provocando-os até perceberem a importância da língua, de nosso paladar.
·Tato: Brincar de sentir diferentes texturas: algodão, lixa, esponja, água fria, água morna, gelo etc.) – provocando-os até perceberem a importância do tato, de sentir o toque.

AVALIAÇÃO: Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

PROJETO ESCOLAR - INCLUSÃO E BULLYING

PROJETO ESCOLAR

TEMA

Inclusão e Bullying

OBJETIVOS

 Geral

Sensibilizar/motivar para respeitar e aceitar as diferenças

Específicos

·         Perceber as diferenças culturais, sociais, econômicas, de gênero, de raça/cor, deficiências, ensino/aprendizagem, entre outras;
·         Mediar à interação/inclusão entre as diferenças, por meio de atividades recreativas;
·         Compreender os porquês da diferenciação dos alunos para com alunos, para que possamos “saber” trabalhar com estas diferentes visões;
·         Sensibilizar para a ajuda mútua nas diversas atividades escolares e sociais realizadas;
·         Envolver todo o grupo escolar nestes objetivos, para que se possamos obter mudanças significativas;
·         Explorar os limites entre os direitos e deveres dos educandos, para que percebam que todos somos diferentes, mas especiais.

JUSTIFICATIVA

Percebendo a necessidade de trabalhar a inclusão das diferenças, os educadores e demais profissionais da escola, criaram o presente projeto.
O tema “Inclusão e Bullying” tem como objetivo “Sensibilizar para respeitar e aceitar as diferenças”. Nos dias de hoje, percebesse que a sociedade está sendo “moldada” para o ter, e, não o ser. Enquanto sujeitos capitalistas, as pessoas tendem a se tornar corruptas, sem ética/moral, inferiorizar os indivíduos e, até excluí-los do meio social.
Para tanto, iniciasse um processo de superioridade do ser humano de poder aquisitivo. E essa superioridade é passada de geração para geração. Os filhos vão absorvendo o “EU” de seus familiares. Acreditam que se os pais podem ter certas atitudes os filhos também poderão tê-la. E, irão mostrar esta superioridade no ambiente escolar com os colegas.
Dessa maneira, pensou-se em sensibilizar os alunos para esta situação de risco. Quando um aluno é excluído e/ou “taxado” com apelidos ele acaba se fechando para o mundo. Sendo que sua auto estima diminui e seu desenvolvimento psicológico e de ensino/aprendizagem é afetado.
Sabemos que a escola é um espaço educativo, no qual conversamos e refletimos sobre estes conflitos sociais que adentram este espaço de ensino/aprendizagem. A escola pode e deve ser um ambiente de troca de experiências. No entanto, é primordial que os alunos façam parte dessa troca de experiências.
Conclui-se que o ambiente escolar pode intervir nessas situações de maneira intensa. Pois é na escola que os educandos aprendem sobre os seus direitos e deveres. Para tanto, é lá que a mudança pode ser iniciada. Se cada um fizer a sua parte, todos iremos solidificar uma parede da nossa vida.
Depois que o indivíduo tem consciência das coisas do mundo, ele tem a liberdade, não-ingênua, de fazer aquilo que desejar, sofrendo as consequências de seus atos. O que eles fizerem com isto depois parte de seu aprendizado e do que ele pretende fazer da vida. Com certeza desejamos o caminho do bem pessoal e o desejo do bem alheio, mas nem todos são fortes o suficiente para suportar as experiências não desejadas que acontecem na vida. Portanto, todas as tentativas são válidas para a busca da sensibilização.

AÇÕES

·         Conversar e refletir com os alunos sobre o tema;
·         Realizar atividades recreativas de interação/inclusão e socialização;
·         Proporcionar momentos de troca de experiências frente ao assunto;
·         Promover palestras sobre o assunto;
·         Assistir filmes sobre o tema e depois socializar ideias.

DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR
·         Percebe-se situações de desrespeito (bullying);
·         Os alunos não sabem lidar com as diferenças e dificuldades;


SEQUENCIA DIDÁTICA - O PAPO DE PATO

SEQUÊNCIA DIDÁTICA


1-      APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO

Leitura da História: “Papo de pato”
Autor: Bartolomeu Campos de Queirós.

2-      OBJETIVOS

- Instigar para a literatura infantil e infanto-juvenil, enfatizando o mundo real, lúdico e utópico;
- Aprender as diferentes maneiras de escrever bilhetes, cartas e convites, para fazer uso no seu dia a dia;
- Instigar para a compreensão dos trava-línguas, objetivando o conhecimento cultural e social;
- Compreender o uso do masculino e feminino, para melhorar a escrita e a produção textual;

3-      EIXOS

- Oral;
- Escrita;
- Leitura;
- Análise Linguística.

4-      PROPOSTA E ATIVIDADES

- Leitura do livro;
- Leitura de imagem;
- Interpretação Oral
a- O que acontecerá nesta história?
b- Qual é o título do livro?
c- Quem escreveu o mesmo?
d- O que você mais gostou na história?
e- Quais são os personagens da historia?
f- O que você mudaria na história?
- Produção de bilhetes, cartas (para o melhor amigo (a)), convites (para a homenagem para a família, dia 12 de julho de 2013)...
- Trava-línguas (produção de trava-línguas);
- Uso do dicionário;
- Ditado de palavras;
- Gênero masculino e feminino;
- Atividades matemáticas: multiplicação, adição e subtração;
- Dinâmicas, jogos e brincadeiras:
. Desafio do trava-línguas (Após a produção do trava-línguas os discentes irão juntar os mesmos numa caixa mágica; a turma será dividida em 2 grupos e iniciará o desafio do trava línguas; o 1º jogador irá tirar um bilhete e junto a sua equipe irão responder o mesmo; se estes responderem de maneira correta irão marcar um ponto, se errarem o ponto será da equipe adversária e assim sucessivamente, ganhando a equipe que marcar mais pontos).


5-      AVALIAÇÃO

- A avaliação será feita de maneira contínua e qualitativa;
- Avaliação da construção do trava-línguas, cartas, bilhetes e convites;
- Avaliação escrita e oral.



SEQUÊNCIA DIDÁTICA - O GUARDA-CHUVA DO GUARDA

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

1-      APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO

Contação da História: “O guarda – chuva do guarda”
Autor: Bartolomeu Campos de Queirós

2-      OBJETIVOS

- Despertar na criança o gosto pela leitura e escrita, utilizando diferentes materiais;
- Ensinar a importância do uso do dicionário, explorando suas especificidades;
- Instigar a produção textual, aperfeiçoando a escrita;
- Confeccionar materiais didáticos para expor a criatividade dos educandos;

3-      EIXOS

- Oralidade;
- Leitura;
- Produção;
- Análise Linguística.

4-      PROPOSTA e ATIVIDADES:

- Dramatização da história pela professora;
- Interpretação oral e escrita;
-  Produção de frases utilizando as seguintes palavras:
*Manga;
* Braço;
* Gato;
* Alfabeto;
* Pernilongo;
* Novo;
* Almoço;
* Prato;
* Necessidade;
* Borboleta;
* Formiga;
* Minhoca;
* Boneco;
* Flor;
* Camelo;
* Bicharada;
* Elefante;
* Capivara;
* Periquito;
* Aranha;
* Pelotão.
- Confecção de um livro de frases;
- Separação de sílabas;
- Enigma;
- Texto coletivo;
- Cartaz com as frases;
- Dificuldades ortográficas X e CH;
- Sinônimo e Antônimo;
- Rimas, Poesias e Poemas.
5-      AVALIAÇÃO

- A avaliação será feita de maneira contínua e qualitativa;
- Avaliação da construção das frases;
- Avaliação escrita.


SEQUÊNCIA DIDÁTICA - A ARCA DE NOÉ


SEQUÊNCIA DIDÁTICA


1-      APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO

- Leitura da História: “A Arca de Noé”
Autor: Milton Célio de Oliveira Filho.

2-      OBJETIVOS

            Utilizar a Literatura Infantil para explorar o tema Família, compreendendo os eixos da oralidade, escrita e leitura, oportunizando a alfabetização letrada.

3-      EIXOS

- Oral;
- Escrita;
- Leitura.

4-      PROPOSTA E ATIVIDADES

- Leitura do livro;
- Leitura de imagem;
- Interpretação Oral
a- Qual é o título do livro?
b- Quem escreveu o mesmo?
c- O que você mais gostou na história?
d- Quais são os personagens da historia?
e- O que você mudaria na história?
- Construção da Arca de Noé;
- Dramatização da história;
- Escrita do título, nome de animais no quadro e caderno;
- Criação de uma história coletiva;
- Confecção da Arca de Noé com bichinhos em pelúcia e em cartaz;
- Continuação dos números do 10 até o 20;
- Adição e pequenos problemas;
- Livro da turma;
- Separação silábica;
- Escolher um bichinho e formar um acróstico;
- Montar a Frase Arca de Noé – com alfabeto móvel;
- Mímica dos animais;
- A partir da palavra FAMÍLIA estruturar outras palavras (fala, maca, mama, lala, fila, Lia, mia, mala, lama, fim, mal...).


5-      AVALIAÇÃO

- A avaliação será feita de maneira contínua e qualitativa;
- Avaliação da leitura e escrita;
- Avaliação da criatividade.


REFERÊNCIAS


OLIVEIRA FILHO, Milton Célio de. A arca de Noé. Ilustrações Alexandre Alves. São Paulo: Globo, 2008.